Luis Felipe Leprevost

Nasceu em Curitiba, no ano de 1979, Curitiba – PR. Estudou direito, jornalismo e letras, mas abandonou tais cursos. Formou-se em Artes Cênicas pela CAL (Casa de Artes de Laranjeiras), no Rio de Janeiro.

É autor do livro/CD de poesia Fôlego (2002, edição do autor) e dos livros de bolso, de prosa poética, Tornozelos deitados e Cecília roendo unhas, ambos de 2005, pela Kafka Edições Baratas. Depois publicou o extenso poema Ode mundana (2006, Editora Medusa). Também em formato de bolso, o texto teatral Pífio, monólogos dos psicotrópicos que não fazem mais efeito (2007, Kafka Edições Baratas). Ainda, os contos de Inverno dentro dos tímpanos (2008, Kafka Edições) e Barras antipânico e barrinhas de cereal (2009, Editora Medusa). No prelo, Manual de putz e pesares (2010, Editora Medusa).

Atualmente trabalha na finalização de sua novela A neve não tem gosto de algodão doce, que terá versão cinematográfica dirigida por Bruno de Oliveira, da Processo Multiartes.

Colabora com a revista Lama, voltada à literatura pulp, editada por Fabiano Vianna, ao lado de quem dirige o selo literário Dias Nublados.

Em 2006 fundou a companhia teatral Os Iconoclastinhas, com o qual montou e dirigiu, de sua autoria, Pífio Pop – Monólogos dos analgésicos que não fazem mais efeito, em atuação de Lucas Netto, em cartaz durante o mês de julho de 2007, Rio de Janeiro. Ainda pela Iconoclastinhas, em fase de espera das respostas de editais, tem a intenção de montar O butô do Mick Jagger, Pornô, mas com amor, Trilogia brutal, Pecinhas para uma tecnologia do afeto e Pequena catástrofe humana, todos de sua autoria.

Em 2009 co-fundou o grupo Teatro de Ruído, e que até então encenou sua peça Na verdade não era, que teve sua terceira temporada no Festival de Curitiba, 2010.

Também publica diariamente seus balbucios no blog www.notasparaumlivrobonito.blogspot.com.